A realização do curso-oficina ministrado pelo assessor da Embrapa, José de Souza Silva, na semana passada, para os pesquisadores da Emepa, teve uma boa repercussão dentro da empresa. O evento foi promovido pela direção da instituição com o objetivo de construir capacidades filosóficas, conceituais, metodológicas e gerenciais para compreender, transformar e gerenciar as relações ciência-tecnologia-sociedade e inovação na Emepa, no contexto da época histórica emergente.
"O curso levou a empresa a um desafio: trabalhar de forma estratégica para mudar as pessoas". Assim avaliou o pesquisador Aladim de Luna Freire quando indagado sobre o curso, “O modo clássico e os paradigmas emergentes para a prática científica e a gestão de organizações e projetos de ciência e tecnologia no século XXI”.
Segundo Aladim, foram discutidas as mudanças que vêm ocorrendo no mundo inteiro, inclusive na Paraíba, e os reflexos dessas mudanças na forma de pensar, de trabalhar, de decidir e de se estabelecer prioridades do dia-a-dia.
Ele declarou que o conteúdo apresentado, permitiu "uma visão muito boa, uma nova concepção para se interpretar os sinais que estão sendo colocados no mundo de hoje.
Para ele, a Emepa, enquanto empresa de pesquisa,”também precisa interagir para poder estabelecer os seus programas, as suas diretrizes e ter um maior envolvimento com o público com que ela trabalha, inclusive para facilitar as negociações de projetos de pesquisa."
Na opinião de Odilson Paes de Carvalho Rocha, também pesquisador da empresa, o curso foi oportuno e permitiu reflexões sobre o contexto em que operam as instituições de pesquisa agropecuária. "Foi muito importante a oportunidade que a empresa nos deu de participar do curso, mas será melhor ainda se conseguirmos, a partir de agora, fazer algum tipo de ação em prol da Emepa"
Para Edson Matias, pesquisador na área de fruticultura, uma das mensagens do curso, foi “mudar a todo custo as pessoas, porque são elas que mudam as coisas”.